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Ecografia obstétrica 2D, 3D e 4D (ultrassom na gravidez)

A vigilância da gravidez deve ser iniciada antes da concepção , assim que o casal decide planear uma gravidez , deve recorrer ao seu médico para se preparar e receber todos os conselhos. Depois da fecundação e confirmação da gravidez o casal deve ter consultas regulares, com algumas avaliações e exames de rotina. As ecografias são alguns desses exames de rotina, a sua execução permite detectar malformações, avaliar e identificar alterações ao desenvolvimento do feto. Ecografia do 1° trimestre A ecografia do 1° trimestre deve ser efetuada entre as 11 e 13 semanas de gestação, os objetivos nesta ecografia são verificar o numero de fetos, a idade de gestação, determinar a data provável do parto, observar algumas estruturas do feto (translucência da nuca), rastreios de doenças e identificação de gravidezes ectopicas. Ecografia do 2° trimestre A ecografia do 2° trimestre deve ser efetuada entre as 20 e 22 semanas de gestação, nesta ecografia são avaliados o...

Biopsia das vilosidades coriónicas

As vilosidades coriónicas são estruturas que compõem a placenta, como se formam a partir da mesma célula que o bebé tem o mesmo cariótipo (cromossomas), a biopsia tem como objetivo obter uma porção das vilosidades para estudar os cromossomas (cariótipo) e descobrir anomalias e alterações cromossomáticas. A biopsia é realizada com anestesia local, dura 1 a 2 minutos, é acompanhada de ecografia e não requer cuidados posteriores. Algumas anomalias estudadas: trissomia 21 ou síndrome de Down, trissomia 13 ou síndrome de Patau e trissomia 18 ou síndrome de Edwards . O resultado parcial da biopsia está pronto após 3 dias úteis, sendo necessário esperar 2 a 3 semanas para ter a análise completa do cariótipo. Cerca de 1% das grávidas, após a biopsia, sofre um abortamento.

Descolamento da placenta

A placenta é um órgão que se forma com o embrião e é vital na alimentação e respiração do feto. Permite que haja trocas gasosas ( oxigénio ), de nutrientes, de dióxido de carbono e de resíduos entre a grávida e o feto. A placenta está fixa à parede à parede do útero e pode se descolar. O descolamento da placenta pode surgir devido à tensão arterial alta, história de descolamento numa gravidez anterior, tabagismo ou outras drogas, em situações de traumatismo como quedas e acidentes de viação. O descolamento da placenta pode acontecer em qualquer idade gestacional, sendo mais comum na segunda metade da gravidez. Os sinais de descolamento são dores intensas na barriga e hemorragias. É uma situação que requer vigilância médica e repouso absoluto. O descolamento da placenta pode originar distúrbios na coagulação, insuficiência renal, anemia e, em casos raros, morte do feto. A grávida deverá controlar a sua tensão arterial, repousar, fazer seguimento da gravidez, ter uma dieta variada...

D-dímero

O d-dímero é um fragmento específico de rede de fibrina que circula na corrente sanguínea durante alguns dias, após um acidente trombótico (trombo ou coágulo). É produzido de forma natural como parte do processo de cura de uma ferida. No entanto, quando se formam coágulos na altura e em locais errados, resultantes de doenças, a presença de D-dímeros revela a ocorrência de eventos trombóticos indesejáveis. Assim, o D-dímero é um marcador valioso para excluir o diagnóstico de trombose de venosa profunda, embolia pulmonar ou gravidez. Os valores normais deverão ser ≤ 0.5 µg /ml, situações em que o D-dímero está elevado: trombose venosa profunda, embolia pulmonar, hemorragia, traumatismos, tumores, cirurgias ou gravidez. carlosedgar.com

Síndrome de Edwards ou trissomia 18

A trissomia 18 ou síndrome de Edwards é uma doença cromossomática rara provocada pela presença de um cromossoma 18 a mais. Atinge cerca de 1 em cada 8000 bebés. Algumas malformações relacionadas com a trissomia 18: atraso mental, baixo peso, doença cardíaca, malformações das orelhas e das mãos, hérnias e anomalias renais. A maioria das crianças nascidas com esta síndrome não sobrevive ao primeiro ano de vida, e muito poucos chegam a ultrapassar a infância. O risco de ter um feto com trissomia 18 aumenta com a idade materna. carlosedgar.com

Placenta envelhecida

A placenta é um órgão importante no desenvolvimento do nosso bebé , durante os 9 meses ela tem várias funções tais como: fornecer nutrientes ao bebé fornecer oxigénio ao bebé produção hormonal barreira da certas doenças proteger o bebé nos impatos na barriga Envelhecimento da placenta À medida que a placenta vai envelhecendo vai calcificando, começa por ter um grau 0, I, II e em situações raras o III (final da gravidez) . A placenta envelhecida é a calcificação precoce da placenta que leva a alterações na sua função. Placenta envelhecida O surgimento desta calcificação precoce está relacionado com alguns fatores de risco como: hipertensão (eclampsia), tabagismo, diabetes , alcoolismo e outras infeções. carlosedgar.com Descubra alguns posts relacionados Gravidez Grávida com corrimento castanho Descolamento da placenta Biópsia das microvilosidades Desconfortos durante a gravidez

PAPP-A e Beta hCG

A proteína plasmática associada à gravidez e a hormona gonadotrofina coriónica humana são avaliadas no primeiro trimestre para estudar o risco da grávida gerar uma criança com anomalias cromossomáticas, como é o caso das trissomias. Esta avaliação é feita no primeiro trimestre entre a 11ª e 14ª semana. Resultados: negativo ou positivo. No caso do resultado ser positivo a mulher terá que efetuar exames complementares como ecografia, amniocentese ou mesmo biopsia. O resultado pode dar positivo se a mulher estiver grávida de gémeos, ter uma variação das proteínas séricas ou ter maior idade gestacional do que pensava.  carlosedgar.com Fontes bibliográficas procuromaissaude.com/sinaisgravidez procuromaissaude.com/periodofertil procuromaissaude.com/sinaisovulaçao

Toxoplasmose - medidas de prevenção

A toxoplasmose é uma infeção crónica causada por um protozoário denominado Toxoplasma gondii , que atinge indivíduos com imunidade diminuída como os seropositivos e grávidas. A infeção pode ser contraída através do consumo de carne crua ou mal passada, manipulação de fezes de gato e transfusões sanguíneas. Durante a gravidez a mãe pode transmitir a infeção ao feto podendo dar origem a graves complicações como cegueira, atrasos mentais, paralisia cerebral e surdez. É uma infeção assintomática e se detetada em seropositivos, grávidas e recém-nascidos pode ser tratada com antiparasitantes. A doença não se transmite de pessoa para pessoa. Todas as mulheres devem fazer um estudo laboratorial sobre a toxoplasmose, antes ou no início de uma gravidez. A grávida deverá efetuar o seu acompanhamento laboratorial sempre no mesmo laboratório e deverá sempre ter os seguintes cuidados, mesmo que esteja imune à toxoplasmose: Evitar o contacto com animais domésticos (gatos); Utilizar luvas nas...