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A utilização da pílula hormonal está associada ao maior risco de tromboembolia venosa (TEV). Este risco está associado à presença, principalmente, de estrogénios na composição da pílula hormonal.
Os riscos tromboembólicos da pílula e o tabaco

O risco de surgimento de uma trombose, associada à pílula combinada, é mais comum no primeiro ano de uso da pílula e os estudos revelam que em mulheres que utilizam anticoncepcionais orais combinados de estrogénio com baixa dosagem (- de 50 microgramas de etinilestradiol) a probabilidade de ter um acidente tromboembólico varia entre 20 a 40 casos por 100.000 mulheres por ano.


Em mulheres saudáveis, que não usam os anticoncepcionais orais combinados o risco é de 5 a 10 casos de tromboembolismo por 100.000 mulheres por ano.

Acidentes trombóticos

Um acidente trombótico é uma oclusão das veias ou artérias por coágulos, dependendo do local onde se instalam os coágulos a mulher pode sofrer embolias, AVC, enfartes, tromboses, varizes, má circulação profunda e hemorróidas. Cerca de 1 a 2% das tromboses pode ser limitante ou levar à morte.

A mulher após o parto ou quando passa longos períodos acamada tem maior risco de sofrer uma trombose.
Os riscos tromboembólicos da pílula e o tabaco

Sinais de alerta de acidentes trombótico

A mulher que usa os anticoncepcionais devem recorrer ao seu médico caso sintam:
  • Dor intensa ou inchaço nas pernas
  • Dor intensa no peito
  • Dores intensas de barriga
  • Dores de cabeça
  • Fraqueza
  • Falta de força num dos lados
  • Falta de ar
  • Tosse súbita sem razão aparente
  • Cegueira parcial ou completa
  • Alterações na fala (dificuldade em falar)
  • Tonturas
  • Desmaio

O risco de tromboses venosas nas mulheres que tomam os anticoncepcionais hormonais aumenta se: tiver familiares com historia de doença venosa, após grandes cirurgias ortopédicas, presença de varizes, obesidade, diabetes, colesterol elevado, doença de Crohn, colite ulcerosa, enxaquecas, hipertensão, aumento da idade (+ de 35 anos) e sejam fumadoras.

A pílula hormonal e o tabaco

O consumo de tabaco aumento a probabilidade de surgimento de complicações venosas, ao nível do coração, pulmões, cérebro e vasos sanguíneos. A mulher que usa a pílula hormonal deve deixar de fumar, pois a combinação do consumo de tabaco com o uso de estrogénios aumenta muito o risco de acidente trombótico, especialmente em mulheres com mais de 35 anos.

O tabaco e o seu efeito na pílula

O consumo de tabaco não interfere com a eficácia da pílula hormonal.

Se usa a pílula ou outro anticoncepcional hormonal, coloque de lado o consumo de tabaco.


Pilulas hormonais combinadas
Pílulas hormonais combinadas
Fontes bibliográficas
infarmed.pt