Coito interrompido

O coito interrompido é considerado um método anticoncepcional natural, é um dos métodos contracetivos mais antigos. Neste método durante o coito o casal não permite a ejaculação dentro.
No coito interrompido o homem, durante a relação sexual, retira o pénis antes de ejacular, desta forma ao pressentir que está quase a ejacular o homem retira o pénis e ejacula fora da vagina. Ao ejacular fora não permite que os espermatozoides entrem no aparelho reprodutor da mulher.

O coito interrompido é um método natural com baixa eficácia, pois antes da ejaculação o homem pode libertar espermatozoides, juntamente com o liquido lubrificante que sai antes de ocorrer a ejaculação. O casal que pratica o coito interrompido como o único método tem por isso maior risco de gravidez.

Comparando este método com a eficácia da pílula

A pílula anticoncepcional tem um índice de falhanço de 0,1%, no coito interrompido esse índice sobre para 4 a 6 %.

Este método tem grande risco de gravidez e exige do casal maior atenção, especialmente do homem, factor que pode contribuir para desviar a atenção da relação (do prazer) e aumentam as hipóteses de falhanço, pois o homem pode ter maior dificuldade em evitar.

O coito interrompido não protege das doenças sexualmente transmissíveis e pode-o praticar juntamente com um anticoncepcional hormonal, embora os anticoncepcionais hormonais, sozinhos, tenham grande eficácia.

Pelo grande grau de falhanço é preferível usar anticoncepcionais hormonais ou barreira (físicos).

Fontes bibliográficas