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A mulher que toma a pilula está protegida de uma gravidez indesejada, a pilula inibe a ovulação, altera as características do muco vaginal (impede a progressão dos espermatozoides) e altera o endométrio (impedindo a implantação do ovo (óvulo + espermatozoide).

Nalgumas situações a mulher que faz a pilula pode engravidar (em situações de esquecimento ou atrasos de + 12 horas, toma conjunta de antibióticos e outros medicamentos que interferem, em casos de vómitos e diarreia após a toma da pilula). A taxa de eficácia da pilula anticoncecional hormonal combinada, quando tomada correctamente, é de cerca de 0,1% ao ano.


A toma da pilula hormonal durante a gravidez está desaconselhada, mas em situações inadvertidas a mulher pode fazer a pilula estando grávida, quando ocorre uma falha ou esquecimento do anticoncecional hormonal. 

A mulher que toma a pilula e tem uma falha ou esquecimento, em caso de duvida, deve manter a toma da pilula até acabar o ciclo, nestas situações é comum a mulher ter menstruação, causada pelos estrogénios presentes na pilula hormonal.

Uso da pilula hormonal na gravidez

Os estudos efectuados a mulheres que sem saber que estavam gravidas tomaram a pilula hormonal não revelaram alterações no desenvolvimento das crianças no útero. Os mesmo estudos revelaram que a pilula hormonal não causa anomalias cardíacas ou redução dos membros. A pilula não causa defeitos congénitos durante a gestação.

A pilula hormonal combinada durante a amamentação ou lactação

A pilula hormonal com estrogénios pode causar icterícia ao bebé (mucosas pálidas), aumento das mamas, redução da quantidade do leite materno e alterações na sua composição. Regra geral a mulher a amamentar não deve fazer pilula hormonais combinadas (pilulas com estrogénios).