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Viajar com a insulina



Já tinha falado nos cuidados que temos que ter para conseguir viajar com a medicação crônica, como a insulina, pode conferir no post - viajar com medicamentos. Depois dos ataques do 11 de setembro as companhias aéreas implementaram algumas regras para aumentar a segurança dos voos e como consequência passamos a ser obrigados a cumprir mais algumas regras.

Viajar com a insulina

Os medicamentos foram alvo destas novas regras, e como a insulina é um medicamento imprescindível e que tem que acompanhar a pessoa, as normas alteram... se vai viajar e precisa de levar a sua insulina deve se lembrar destas restrições e pedir ao seu médico uma declaração médica que ateste a sua medicação cronica, uma receita com os nomes genéricos dos seus medicamentos e deve se informar junto da companhia para garantir que a sua insulina vai ser transportada no frio (confira este post).
Viajar com a insulina

É importante saber se no país que vai visitar a sua insulina é comercializada, ajustar a dose e tratamento aos novos horários das refeições, andar sempre com merenda (especialmente se vai fazer longas caminhadas) e fazer-se acompanhar com o seu kit de diabético (insulina, medidor, pacote de açúcar, duas a três bolachas, cartão de identificação de diabético insulinotratado e garrafa de água).

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Tomar a pilula hormonal continua

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Corrimento vaginal branco - candidíase

O corrimento normal A saída de secreções da vagina é comum e funciona como uma defesa da mucosa vaginal, o corrimento vaginal normal tem um aspeto translúcido, tipo clara de ovo, e não tem cheiro. A saída de muco resulta da descamação celular das paredes vaginais e que vai funcionando como uma proteção da flora vaginal das bactérias. O corrimento quando entra em contacto com o penso diário ou roupa interior ganha uma coloração amarela. Alterações no corrimento O corrimento pode sofrer alterações e surgir com outra coloração, as principais causas destas alterações são as infeções, como a vaginose , tricomoníase , candidíase ( corrimento branco ), clamídia, mioplasma e gonorreia, uso de produtos de higiene intima que podem alterar o pH da vagina, uso de antibióticos (diminuição dos lactobacilos), diminuição da imunidade do organismo (stresse ou ansiedade ), uso de preservativo , ter muitos parceiros sexuais, uso de cremes vaginais, endometriose , infeção das trompas, feri...

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