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As mulheres devem fazer citologias ou papanicolau regularmente com o objetivo de avaliar a forma das células do colo do útero e o seu desenvolvimento. As células do colo do útero podem apresentar diversas alterações, fruto da acção de vírus e inflamações constantes, estas transformação devem ser identificadas precocemente para prevenir a ocorrência de cancros no colo do útero.

A citologia deve ser realizada, idealmente, de dois em dois anos, podendo ser feita anualmente de acordo com o critério médico.

Alterações na citologia

As alterações no resultado da citologia podem revelar inflamações, infecções e até lesões cancerígenas, mediante o resultado a mulher deve fazer o tratamento, seguimentos seguintes ou mesmo ser encaminhada para consulta de ginecologia mais diferenciada, onde seja necessário efectuar colposcopia.

A colposcopia

A colposcopia é um exame que permite a observação das células do colo do útero, através de um colposcópio, aparelho que permite obter imagens ampliadas das células uterina. É um exame que dura cerca de 15 a 20 minutos e é indolor. É uma observação efetuada com a mulher em posição ginecológica e durante o exame a mulher pode ter que fazer ou coloração das células com solução iodada (Teste de Schiller), biópsia (extracção de células para análise), cauteterização e laser nas células para eliminar células pré-cancerígenas.

A colposcopia pode ser realizada por outros motivos, tais como:
  • hemorragias vaginais descontroladas
  • outras alterações ginecológicas de causa desconhecidas ou recorrentes

Riscos e efeitos secundários da colposcopia

Durante o exame a mulher pode sentir um ligeiro ardor (aplicação de soluções de coloração) ou sensação de picada (biópsia), após o exames, até 3 a 4 dias notar hemorragias, corrimento castanho ou marrom, dor abdominal e em situações muitos raras infecção genital.

Fontes bibliográficas