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Pílula depois dos 40 anos


Por Carlos Edgar - contacto

Já tinha falado sobre a pílula nesta idade, no post Usar a pílula anticoncepcional na menopausa, mas como foi em outubro 2015 que escrevi, sim o tempo passa demasiado rápido... resolvi voltar a este tema...

Pílula depois dos 40 anos

Temos dois tipos de pílulas contraceptivas, as pílulas sem estrogênios e as pílulas com estrogênios (combinada).
Pílula depois dos 40 anos

Escolher a pílula sem estrogênios após os 40 anos

Nalgumas situações o nosso médico pode sugerir este tipo de pílula, nomeadamente quando a mulher tem colesterol elevado, HTA, diabetes, varizes, obesidade, tabaco ou enxaquecas, entre outras situações.
Pílula depois dos 40 anos

E a pílula com estrogênios? A mulher com mais de 40 anos pode usar?

Sim pode, depois da avaliação do nosso médico, pois tem algumas vantagens como:
Pílula depois dos 40 anos

Como viu o uso da pílula combinada nesta fase tem algumas vantagens... claro que ao usar esta pílula vai menstruar regularmente, e por isso é mais difícil saber se está na menopausa... 

Descobrir a menopausa

Para saber se está na menopausa só mesmo com uma avaliação da produção hormonal que deve ser pedida é avaliada pelo seu médico... a pílula não adianta sua menopausa.

E quando devo parar a pílula?

Só deve parar a pílula após indicação de seu médico, para evitar uma gravidez tardia, depois dos 40.
Pílula depois dos 40 anos

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Menstruação e a pílula

A presença da  menstruação  regular revela à mulher que é saudável e que os valores hormonais ao longo do ciclo são os ideais. A  menstruação  surge após ocorrer uma descamação do endométrio (parede interna do útero) quando não ocorre nidação (fixação do ovo = espermatozoide + óvulo). O seu aparecimento diz à mulher que não está grávida, sendo um dos sinais de gravidez . Ao iniciar a pilula ou outro anticoncecional hormonal a mulher irá manter os valores hormonais femininas no sangue sempre elevados, o que irá sempre causar alterações menstruais, sendo comum a mulher menstruar nos períodos de pausa (entre as cartelas ou carteiras). Dependendo do tipo de hormonas e composição os anticoncecionais tendem a causar alterações diferenciadas na  menstruação , ...

Nactali® (desogestrel 75 mcg)

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Tomar a pilula hormonal continua

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Corrimento vaginal branco - candidíase

O corrimento normal A saída de secreções da vagina é comum e funciona como uma defesa da mucosa vaginal, o corrimento vaginal normal tem um aspeto translúcido, tipo clara de ovo, e não tem cheiro. A saída de muco resulta da descamação celular das paredes vaginais e que vai funcionando como uma proteção da flora vaginal das bactérias. O corrimento quando entra em contacto com o penso diário ou roupa interior ganha uma coloração amarela. Alterações no corrimento O corrimento pode sofrer alterações e surgir com outra coloração, as principais causas destas alterações são as infeções, como a vaginose , tricomoníase , candidíase ( corrimento branco ), clamídia, mioplasma e gonorreia, uso de produtos de higiene intima que podem alterar o pH da vagina, uso de antibióticos (diminuição dos lactobacilos), diminuição da imunidade do organismo (stresse ou ansiedade ), uso de preservativo , ter muitos parceiros sexuais, uso de cremes vaginais, endometriose , infeção das trompas, feri...

Itraconazol 100 mg

O itraconazol é um anti-fúngico usado para tratar infeções por fungos, tais como: candidíase vulvovaginal candidíase oral dermatomicoses (tinhas e onicomicoses (micoses das unhas) ) pitiríase versicolor Como tomar o itraconazol Dosagem recomendada para adultos e adolescentes: Candidíase vulvovaginal   - 200 mg de manhã e 200 mg noite durante 1 dia Candidíase oral  - 100 mg por dia durante 2 semanas Tinha ou micose no corpo  - 100 mg por dia durante 2 semanas Tinha ou micose nos pés/ mãos  - 100 mg por dia durante 4 semanas Micose nas unhas  - duas cápsulas duas vezes ao dia durante uma semana Efeitos secundários do itraconazol dor de cabeça tonturas insuficiência cardíaca congestiva edema pulmonar dor abdominal vómitos dispepsia náuseas diarreia obstipação alterações no fígado perda de cabelo Medicamentos que podem interferir com o itraconazol rifampicina rifabutina ebastina reb...